01/08/2009

Até morrermos, a vida é um texto cheio de vírgulas, travessões e reticências...

Talvez um dos prazeres mais inenarráveis da vida de um homem de vinte anos seja ficar em casa sozinho numa noite de sábado, comendo pizza de quatro queijos, bebendo coca-cola, sentado em frente do computador, com um fone de ouvido dos grandes, cantando bem alto Adriana Calcanhotto, Mart'nália, Seu Jorge, entre outros; além de sonhar com o amor distante e possível um dia desses e rir feito bobo da própria vida e entender porque as mulheres valorizam tanto esse tipo de coisa - depois de uma semana que começou com uma despedida - e um grande "não sei" pra resposta de toda pergunta, e a vontade quase que inexplicável de mandar essa inabilidade de lidar com palavras difíceis, líricas e estilísticas ir se danar, e de escrever um texto - metaforizando a vida real - sem um ponto final que seja...