12/11/2008

Clamor padrão.


Uma tarde cheia, seca, perigosa...
As sobras da noite se fazem de prosa.
E o aborto de idéias desse meu dia,
banais e desordeiros: há poesia.

Minhas estrofes deitam os quatro versos,
a rima babaca e os papos inversos.
Molduras de quadros quadrados: retratos.
Calor da vida na pele sem o tato.

Psicólogo virtual: serve qualquer um,
pro paciente incurável de mal algum.
Deste desejo abortado ledamente,
o desejo sempre torna comumente.

Foram quatro estrofes bobas e vazias,
e a quinta transforma-lhes em vadias.
Vadios como nossos clamores em padrão,
liberdade, amor, fé e atenção!

E que a sexta se esprema!
Já perdi meu tesão.

3 comentários:

Tiago Faller disse...

Só você sabe como eu amei, né, amorrrrrr?

Hahsuhasuashashush!

Celo Aglio disse...

=)

obg pelo apoio migão

Anônimo disse...

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